De algum modo, na nossa vida, sempre fazemos o que consideramos melhor para o nosso futuro. Sempre fazemos o que o instinto, a razão ou a emoção nos obriga a fazer.
Pensamos ser livres, mas não sabemos o que isso significa. Pensamos que o somos, mas sempre fazemos o que não queremos porque a sociedade a isso nos impõe, porque o trabalho assim o implica, porque as nossas posses assim o determinam. Tentamos fugir a tudo porque assim seremos livres...
Seremos livres porque consideramos que na nossa vida apenas o nosso ego nos controla? Ou estaremos a ser aprisionados pelo nosso egoísmo?
Não seremos mais livres por sermos mais humanos? Por ajudarmos os outros, por sermos altruístas? Ou estaremos apenas a ser egoístas por fazermos isso e ficarmos bem connosco ao fazê-lo? Onde se encontra a liberdade então, se tudo nos é imposto e se até quando mais altruístas queremos ser, mais egoístas parecemos? E no fim, quando encontrarmos essa liberdade, seremos felizes?
Sempre ouvi dizer que não existe caminho para a felicidade e que o caminho é a felicidade.
Acontecerá o mesmo com o sentido de liberdade?
Espírito alegre e sincero,
Brutal na sua maior forma de ser,
Inocente, à espera do que ainda pode viver.
Crente, amoroso,
Acolhendo corações à sua passagem.
Aventureiro, corajoso,
Pronto para cada viagem.
Sentindo o vento a bater na face,
A água a banhar-lhe o orgulho,
A doce vivência térrea que o intriga
E que o transforma a cada passo dado,
A cada lágrima, a cada sorriso
Quando nos braços embala o melhor de cada um,
Quando se apaixona pelos males
E chora pela beleza que o envolve
Querendo tudo para si
E partilhar o que tem no seu íntimo.
Querendo ser algo mais, algo valioso,
Esquece-se que é um espírito aberto,
Livre, sentido e poderoso.
É o espírito que não pára, nem para morrer
Porque é o espírito de uma mulher.

... deixo-vos um vídeo do espectáculo Improvável para que iniciem esta semana com um sorriso nos lábios... espero eu... =)
Eu sei que não venho ao blog há bastante tempo mas depois que fui para Coimbra só venho à net aos fins-de-semana. Hoje vou aproveitar que estou em casa para passar pelos blogs do pessoal e para actualizar os meus espaços.
Tenho a dizer-vos que estou a adorar tudo por lá. E apesar de não ter sido a minha primeira escolha, estou a transformá-la na minha única escolha. A sério, depois de conviver com todo aquele pessoal, depois de conhecer um pouco melhor aquilo que me espera, seria impossível não gostar de estar onde estou e deveras difícil sair. Por isso agora o meu tempo é tempo para Coimbra.
Sem nunca esquecer o resto da minha vida, mas construindo um lado novo nela para a tornar maravilhosa.
Agradeço o apoio e o carinho de todos. Acreditem que foi fundamental nesta nova etapa da minha vida! :)
Pronto, okay, não entrei na primeira opção... E depois? Entrei em algo de que gosto.
Mas não no que realmente queria, certo... E agora?
Devo tentar ver isto pelo lado positivo!? Afinal entrei!
O problema é que, apesar de ter entrado, finjo que a segunda opção me satisfaz, quando não é o caso, finjo que vou gostar, quando não tenho a certeza, finjo que isto não me custa, quando está a acabar com os meus nervos. Finjo que está tudo bem, quando não é bem assim.
Estou frustrada e desapontada, mas com isto aprendi uma grande lição: não devemos sonhar alto quando não temos a certeza de saber voar.
Agora só me resta aproveitar o que tenho, porque há quem nada tenha.
Mas que custa, oh men, se custa!